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— Isso foi na Nigéria. Os mecânicos ficaram para trás. Nós não vamos deixar ninguém

— Se um só estrangeiro ficar para trás, será agarrado, atirado na prisão e se tornará um refém para todos nós e todos os aparelhos, a menos que você esteja preparado para deixá-lo ser morto. Se não estiver, eles o usarão para nos obrigai a voltar e quando nós voltarmos, eles estarão bastante irritados E quanto a todos os nossos empregados iranianos?

Obstinadamente, Gavallan disse:

— Se a sorte estiver contra nós, será um desastre não importa o que façamos. Eu acho que deveríamos preparar um plano bem-feito, com todos os detalhes finais, sob condição. Isto levará semanas, e é melhor mantermos o plano supersecreto, só entre nós

McIver sacudiu a cabeça.

— Nós vamos ter quer consultar Rudi, Scragger, Lochart e Starke, se você quiser agir com seriedade

— Você tem toda razão. — Gavallan estava com as costas doendo e se esticou. — Depois que estiver devidamente planejado.. Nós não precisamos sugar a última teta antes disso.

Eles caminharam em silêncio durante algum tempo, com a neve rangendo alto Agora estavam quase no final do pátio.

— Nós estaríamos exigindo um bocado dos rapazes — disse McIver Gavallan não pareceu ouvi-lo

— Nós não podemos simplesmente abandonar 15 anos de trabalho, não podemos jogar fora as nossas economias, as suas, de Scrag, e todo o resto — disse ele. — O nosso Irã acabou. A maioria dos caras com quem nós trabalhamos durante anos fugiu, está escondida, está morta, ou está contra nós, quer queira quer não. O trabalho está reduzido a um mínimo. Dos 26 helicópteros que temos aqui, só nove estão operando. Nós não estamos sendo pagos pelo pouco que estamos fazendo, nem estamos recebendo os pagamentos atrasados. Eu acho que tudo isso é um cancelamento.

Obstinadamente, McIver disse:

— Não é assim tão ruim como você pensa. Os só..

— Mac, você precisa entender que eu não posso desistir do dinheiro que nos devem mais os nossos aparelhos e peças e continuar a funcionar. Eu não posso. Os nossos treze 212 valem 13 milhões de dólares, os nove 206 valem um milhão e trezentos, os três Alouettes mais um milhão e meio, e três milhões em peças. Vinte milhões mais ou menos. Eu não posso desistir disso. Ian me avisou que a Struan's precisa de ajuda este ano, não existe dinheiro sobrando. Linbar tomou algumas decisões erradas e... bem, você sabe o que eu penso dele e ele de mim. Mas ele ainda é o tai-pan. Eu não posso largar o Irã, não posso desfazer os contratos para os novos X63, não posso lutar contra a Imperial que, atualmente, está nos engolindo no mar do Norte com o dinheiro dos contribuintes. Não posso fazer nada disso.

— Você estaria pedindo um bocado dos rapazes, Chinês.

— E de você também, Mac, não se esqueça de você. Teria que ser um esforço conjunto, não apenas por mim, mas por eles também. Porque é isso ou afundar.

— A maior parte dos nossos rapazes pode arranjar empregos sem problemas. O mercado está desesperado atrás de pilotos de helicópteros bem treinados que trabalham com petróleo.

— E daí? Aposto que todos eles preferem trabalhar conosco, nós cuidamos deles, pagamos em dólar, temos a melhor ficha em matéria de segurança. A S-G é a melhor companhia de helicópteros da terra e eles sabem disso! Você e eu sabemos que fazemos parte da Casa Nobre, por Deus, e isso também significa alguma coisa. — Os olhos de Gavallan brilharam subitamente. — Seria um grande golpe se nós conseguíssemos sair dessa. Eu adoraria esfregar isto no nariz de Linbar. Quando chegar a hora, nós perguntaremos aos rapazes. Enquanto isso, a todo o vapor, hein, rapaz?

— Está bem — McIver disse sem entusiasmo. — Vamos ao planejamento. Gavallan olhou para ele.

— Eu conheço você bem demais, Mac. Daqui a pouco vai ser você que vai estar louco para começar e eu é que vou estar dizendo: espere um pouco, e quanto a isso assim assim..

Mas McIver não estava escutando. Sua mente estava tentando formular um plano, apesar das impossibilidades. Com exceção do registro britânico. Será que isso seria o ponto-chave?

— Andy, quanto ao plano. É melhor termos um nome em código para ele

— Genny disse que deveríamos chamá-lo de 'Turbilhão'. Afinal nós estamos metidos em um.

LIVRO TRÊS

QUINTA-FEIRA

22 de fevereiro42

A NOROESTE DE TABRIZ: 11:20H. De onde estava sentado, nos degraus da cabine do 212 estacionado no alto da montanha, Erikki podia divisar o território da União Soviética. Lá embaixo, o rio Aras corria para leste em direção ao mar Cáspio, serpenteando através de gargantas e formando a maior parte da fronteira Irã-URSS. Para a esquerda, ele podia ver a Turquia, até onde se elevava o monte Ararat, a cinco mil metros de altura, e o 212 não estava parado muito longe da entrada da caverna onde havia o posto americano de escuta secreto.

Onde havia, pensou com um sorriso. Ao pousar ali na tarde da véspera — com o altímetro marcando 2. 825 metros — o bando de combatentes esquerdistas fedayins que levara com ele invadiu a caverna, mas não encontrou nenhum americano e quando Cimtarga revistou-a, viu que todo o equipamento importante tinha sido destruído e que não havia nenhum livro de códigos. Havia evidências de uma partida apressada, mas nada de valor para ser confiscado.

— Vamos esvaziá-la de qualquer maneira — dissera Cimtarga para seus homens, como fizeram com os outros. E perguntara a Erikki: — Você pode pousar ali? — E apontou lá para baixo, onde estavam os mastros com os radares. — Eu quero desmontá-los.

— Não sei — respondera Erikki. A granada que Ross lhe dera ainda estava presa debaixo do seu braço esquerdo. Cimtarga e seus captores não o haviam revistado e sua faca pukoh ainda estava nas costas. — Vou dar uma olhada.

— Nós vamos dar uma olhada, capitão. Vamos juntos — dissera Cimtarga, com uma gargalhada. — Assim você não ficará tentado a nos deixar.

Eles voaram até lá. Os mastros estavam presos em bases de concreto na face norte da montanha, numa pequena área plana em frente.

— Se o tempo estiver como hoje, tudo bem, mas se começar a ventar, não dá. Eu poderia planar e içá-lo para baixo. — E sorrira ferozmente.

— Não, obrigado. Eu não quero morrer cedo — rira Cimtarga.

— Para um soviético, especialmente da KGB, você não é um mau sujeito.

— Nem você, para um finlandês.

Desde domingo, quando Erikki começara a pilotar para Cimtarga, tinha começado a gostar dele — não que se pudesse realmente gostar de qualquer pessoa da KGB ou confiar nela, pensou. Mas o homem fora gentil e justo, dera-lhe uma porção correta de todos os alimentos, e na noite anterior, dividira uma garrafa de vodca com ele e dera-lhe o melhor lugar para dormir. Eles tinham dormido numa aldeia vinte quilômetros ao sul, em cima de tapetes sobre um chão de terra. Cimtarga dissera que embora aquele fosse em grande parte um território curdo, a aldeia era secretamente fedayim e segura.

— Então por que me manter sob vigilância?

— É segura para nós, capitão, não para o senhor.

Há duas noites atrás, no palácio do khan, quando Cimtarga e os guardas foram buscá-lo, logo depois de Ross ter partido, ele fora levado para a base aérea e, no escuro e contra os regulamentos do DAC tinha voado para as montanhas a norte de Khoi. Lá, ao amanhecer, recolhera um carregamento completo de homens armados e voara para o primeiro dos dois postos de radar americanos. O posto estava destruído e vazio, como este aqui.

— Alguém deve ter avisado a eles que nós estávamos vindo — disse Cimtarga, aborrecido. — Espiões matyeryebyets!

Mais tarde, Cimtarga lhes disse que os nativos informaram que os americanos tinham partido há duas noites atrás, levados por helicópteros muito grandes e sem identificação.